segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Pensamento da semana.

Imagem do filme Marley e eu
"Lealdade, coragem, devoção, simplicidade, alegria...
Um cão não precisa de carros modernos, palacetes ou roupas de marca.
Símbolos de status não significam nada para ele... Um cão não julga os outros
por sua cor, credo ou classe, mas por quem são por dentro.
Um cão não se importa se você é rico ou pobre, educado ou analfabeto,
inteligente ou burro. Se você lhe der seu coração, ele lhe dará o dele.
É realmente muito simples, mas, mesmo assim, nós humanos, tão sábios
e sofisticados, sempre tivemos problemas para descobrir o que
realmente importa ou não."
John Grogan - Livro: Marley e eu

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Natal...

Photobucket
Está-se a aproximar uma quadra que eu sinceramente não aprecio e não aprecio porque transformou-se o Natal num apelo ao consumo desenfreado.
Parece que mesmo que não queiramos, lá estamos nas intermináveis filas dos supermercados, dos embrulhos etc...
Há filas em todo o lado, na estrada, nas bombas de gasolina...até nas farmácias...enfim! Eu que infelizmente vivo junto a um grande centro comercial, sou "vítima" deste fatídico destino.
Quando os meus filhos eram pequenos ainda achava alguma graça a tudo isto, pois só para ver a carinha de felicidade deles na noite de Natal, tudo valia a pena...mas agora, não há menino Jesus que me valha.
Aliás quem me conhece sabe que detesto fazer compras, roupas então fico tão deprimida que até me tornei uma compradora por catálogo, pelo menos experimento as roupas em casa e se não servirem envio-as de volta.
Depois parece que só no Natal é que comemos, aparece tudo e mais alguma coisa para nos obrigar a comer e a fazer comida. Eu que até nem gosto muito de bacalhau e peru... bem estou completamente out desta quadra.
Bem...há uma coisa que gosto de fazer...decorar a sala para o Natal, gosto do cheiro do pinheiro, das velas acesas, das pinhas e bolas coloridas, das luzes piscando...e da família reunida.
Afinal e pensando bem... acho que o espírito de Natal já me apanhou :)

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

"Julie & Julia"

Ontem vi este magnífico filme e sinceramente, há muito tempo que não me divertia tanto.
 Meryl Streep como sempre com uma interpretação soberba, um sotaque delirante e uma postura muito divertida,  é a protagonista desta biografia assinada por Nora Ephron. O filme conta-nos a história verídica de Julia, a mulher que mudou para sempre a maneira de cozinhar da América.
Em 1948, Julia Child era somente uma mulher americana que vivia em França, o trabalho do seu marido levou-a a Paris, e com o seu espírito incansável, Julia tinha um enorme desejo de fazer algo que a realizasse.
Por outro lado em Queens , após o 11 de Setembro, Julie Powell está estagnada, perto de fazer 30 anos, a viver  e a trabalhar num cúbiculo, enquanto as suas amigas alcançam carreiras de sucesso, Julie procura um projecto para focalizar as suas energias. Decide assim passar exactamente um ano a cozinhar as 524 receitas do livro de Julia Child’s : Mastering the Art of French Cooking – e cria uma blog onde relata as suas experiências ( adorei esta parte do Blogue pois revi-me em algumas situações).
E mais não conto...pois espero ter-vos aguçado o "apetite" :)
Espreitem aqui o meu blogue sobre cinema

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

DONA DE CASA.

Sou uma Dona de Casa assumida e orgulhosa, já lá vai o tempo em que me preocupava com a descriminação de não possuir outro estatuto.
Vivemos numa sociedade em que o "título" é o mais importante, ser doutora, engenheira, professora.. diz tudo para algumas pessoas que infelizmente não têm a capacidade de ver realmente a pessoa pelo que ela é e não pelo que faz, mas muito se tem já escrito sobre isso e não vale a pena alongar-me mais sobre este assunto.
Vivi e vivo para a minha família e para o lar e não me arrependo de ter tomada esta decisão à vinte anos atrás.
Criei filhos com afectos dando atenção aos seus problemas e necessidades e estou sempre presente para a família quando é necessário. Tudo isto não me isolou do resto do mundo e das realidades sociais, não vivo obcecada pelo consumo e pela progressão na carreira, tenho paz neste aspecto da vida.
Não vou dizer que durante estes anos não me viesse à mente o que poderia ter sido se não me dedicasse a ser mãe, esposa e dona de casa  pois é difícil às vezes a pressão...ou o dinheiro que com menos um ordenado é mais difícil de gerir ou por outros motivos, mas felizmente como disse no início superei tudo isso e hoje estou realizada como mulher.
Tenho pena, pois sei de outras mulheres que queriam ter condições para se dedicarem à família e não podem, porque no nosso país não apoia as donas de casa, preferem apoiar as instituições que não podem dar aos nossos filhos os nossos afectos e valores.
Aborrece-me quando nos perguntam pela  profissão e ao dizemos "doméstica" olham para nós como se fossemos algum animal de estimação e quando lhes perguntam o que fazemos dizem " não fazem nada", como se esta não fosse a profissão mais completa e trabalhosa que existe.
Ser Dona de Casa devia ser mais uma opção na vida e quem a seguisse devia sentir orgulho e recompensa por isso.

domingo, 22 de novembro de 2009

Pensamento da semana:

Os amigos são semelhantes aos sapatos uns apertam outros ficam largos só os que se ajustam aos nossos pés nos ajudam a caminhar pela vida. Obrigado por seres do meu número.
Eugénio Leandro Pascoal Salvador

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Parece anedota...mas não é.

Até onde isto vai parar...hoje ouvi nas notícias da manhã, que uma empresa qualquer (sinceramente nem me vou dar ao trabalho de pesquisar qual é a empresa), vai multar em 10 euros, todos os trabalhadores, vendedores neste caso, que não se apresentem aos clientes bem barbeados e vestidos...
E mais...têm que estar disponíveis sempre que o patrão precisar deles, pois os patrões acham que estas medidas vão fazer os trabalhadores mais felizes...ora, não será porque estão infelizes que andam mal apresentados.
Para os trabalhadores estarem felizes não seria melhor em vez de multar ou tirar, incentivar, dando os 10 euros sempre que eles atingissem as  tais vendas que o patrão quer e será que eles ganham o suficiente para andar "bem apresentados".
É com esta mentalidade do tirar, do nivelar por baixo que não chegamos a lado nenhum, pois nada se faz para motivar as pessoas a subir na vida, querem é que elas se mantenham "por baixo".
Não sou ingénua e sei que tudo o que se está a passar, no governo, a crise etc...é tudo premeditado, porque interessa a quem está "por cima" manter o povo submisso através do espectro do desemprego.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

O Vendedor de Sonhos

Acabei ontem de ler este magnífico livro onde cada paragrafo convida à reflexão, o que seria de nós sem os sonhos, era tão bom além de tê-los, possuir ainda o dom de os vender.
Vou transcrever a "canção" final do livro e...

Bons Sonhos !

Sou apenas um caminhante
Que perdeu o medo de se perder
Estou certo de que sou imperfeito
Podem chamar-me louco
Podem gozar das minhas ideias
Não importa!
O que importa é que sou um caminhante
Que vende sonhos aos transeuntes
Não tenho bússola nem agenda
Não tenho nada, mas tenho tudo
Sou apenas um caminhante
À procura de mim mesmo.
Augusto Cury

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Saudades...

Quando penso em você, fecho os olhos de saudade.
Cecília Meireles


Tenho Saudades de ti... amiga querida
 um ardor enche de tristeza o meu olhar
das minhas mãos caem rosas de lágrimas
 dos meus lábios... só estas palavras suspensas...

Porque partiste tão cedo.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Mal me quer...Bem me quer...

Creio no mundo como num malmequer,
Porque o vejo. Mas não penso nele
Porque pensar é não compreender...

O Mundo não se fez para pensarmos nele
(Pensar é estar doente dos olhos)
Mas para olharmos para ele e estarmos de acordo...

Eu não tenho filosofia; tenho sentidos...
Se falo na Natureza não é porque saiba o que ela é,
Mas porque a amo, e amo-a por isso
Porque quem ama nunca sabe o que ama
Nem sabe por que ama, nem o que é amar...
Fernando Pessoa

Bem me quer...mal me quer...bem me quer...


Não me faças isso...pois fico sem pétalas

e  ficas sem saber quem te quer bem.

Aprende somente a amar-te

e a apreciar a flor

que há dentro

 de ti.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Transformação.

"Se a tua dor te aflige, faz dela um poema."
Eça de Queiroz




Há um monstro com garras contra mim
ensombrando todos os meus dias
mas uma coisa na vida aprendi...

transformar monstros em poesias.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Poema para os Amigos



Não posso  dar-te soluções
para todos  os problemas da vida,
nem tenho  resposta
para as  tuas dúvidas e temores, 
mas posso  escutar-te
e compartilhar  contigo. 
Não  posso mudar
O  teu passado nem o  teu futuro. 
Contudo  quando necessitares
estarei  junto a ti.
Não posso  evitar que tropeces.
Somente posso  oferecer-te a minha mão
para que  te agarres e não caias. 
As  tuas alegrias.
Os  teus triunfos e os teus êxitos
não  são meus. 
contudo  desfruto sinceramente
quando  te vejo feliz. 
Não  julgo as decisões
que  tomes na vida. 
  limito-me a apoiar-te
  a estimular-te
e  a ajudar-te sem que mo  peças.
Não  posso traçar-te limites
dentro  dos quais devas actuar,
Contudo  só te ofereço esse espaço
necessário  para crescer.
Não posso evitar  o teu sofrimento
 quando alguma pena
te parta o coração,
mas posso chorar  contigo
e recolher os pedaços
para juntá-los de  novo.
Não posso  dizer-te quem és
nem quem  deverias ser.
Somente posso
amar-te como  és
e ser  teu amigo.
         Nestes dias pensei
           nos meus amigos e amigas,
      Não estavas em cima,
               nem em baixo nem no meio.
Não encabeçavas
Nem concluías  a lista.
Não eras  o número um
nem o  número final.
Dormir  feliz.
Emanar vibrações  de amor.
Saber que  estamos aqui de passagem.
Melhorar  as relações.
Aproveitar 
as oportunidades.
Escutar o  coração
Acreditar  na vida.
E  tão pouco tenho
a  pretensão  de ser
o  primeiro
  o segundo
ou  o terceiro
da  tua lista.
Basta  que me queiras como amigo.

J.L.Borges

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Gripe A - H1N1




Lá tem que ser! A minha médica disse-me que tenho que tomar a vacina contra a gripe A-H1N1, pois tenho uma "doença crónica" e os benefícios da vacina são superiores aos malefícios... se assim posso dizer .
Realmente é um pouco assustador (apesar de eu continuar a achar que está a ser um pouco exagerada toda esta mediatização da gripe A) , ficamos no entanto entre a espada e a parede e pelo sim pelo não, lá vou tomar a vacina.Mas...só me apetece gritar!


Pintura de Edvard Munch


segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Para ti...meu Amor.

 Esta fotografia foi tirada pela minha filha em Março deste ano.
Há vinte anos atrás, neste mesmo dia, fui Mãe pela segunda vez de uma Menina Linda e Especial.
Nenhuma palavra descreve este Amor incondicional, Verdadeiro e Puro que é o Amor de Mãe.
Tenho o privilégio de ser Mãe de dois Filhos maravilhosos, que fazem com que a Minha Vida seja Feliz.
Sim, tenho momentos ...em que umas nuvens escuras tentam tapar o meu Sol , mas quando olho para os meus Filhos, esqueço tudo e continuo a pintar o Céu com tintas de Cor e Luz!

Não imagino a minha Vida sem este Amor, pois é dele que me alimento todos os dias e faz com que Eu, seja... Assim.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Blogodependência.

Li este texto muito interessante no Blogue "Traz outro amigo também", fiquei a pensar...será que padeço desta "maleita"?
A verdade é que ultimamente, deito-me a pensar nos Blogues ( já são seis...) e no que vou escrever no outro dia, levanto-me e aqui estou em vez de cuidar da casa...tá mal, já tenho idade para ter juízo :)
A culpada de tudo isto é a minha amiga Susana :)
O que vale é que levo isto com humor e de certeza que é muito melhor ser "blogodependente" que ter a cabeça cheia de "caraminholas".


"De repente, a blogosfera assumiu o controle das nossas vidas.
Poucos são os que não se viciam ao ponto de perder tempo que deveriam aplicar noutro fim, nomeadamente o trabalho.
Todas as dependências são nefastas, a partir do momento em que ficamos sob o domínio de algo que nos subjuga e se torna um vício a que não conseguimos (nem queremos) fugir.
Isto do blog tem sempre por trás a necessidade de marcar a nossa presença, chamar a atenção, a premência de nos mostrarmos a coberto deste anonimato. Depois, evolui, sublimamos aqui tanta coisa, tornamo-nos personagens da história por nós criada, e que mesmo que corresponda minimamente à realidade, está devidamente disfarçada ou ornamentada a nosso gosto.
Por um lado, sentimo-nos embriagados pelo suposto poder que isto nos dá sobre os outros, se conseguirmos demarcar-nos do comum e cativar as atenções mais exigentes, merecer elogios, exercer alguma influência com os nossos comentários, sentir que os outros se interessam pelas nossas opiniões e pontos de vista, gostam das nossas abordagens, das nossas ideias, das nossas críticas.
Encontramos afinidades, fazemos amigos, tão sinceros que não esperamos deles qualquer favor, nem sabemos o nome ou o telefone, não esperamos que nos convidem para os seus anos, que nos apareçam quando precisávamos de desabafar nem que nos emprestem dinheiro. Apenas nos sentimos em sintonia com eles, como se nos conhecêssemos por dentro, apesar de não nos conhecermos por fora. Sentimo-los presentes, e o desinteresse total que esta relação virtual implica, aumenta a intensidade e a genuinidade da simbiose.
Ganhámos o nosso espaço e dominamos o território, e esse território passa a fazer parte da nossa vida porque nos marca e nos atrai, porque lá nós somos reis e rainhas do nosso conto de fadas, ou vítimas desprezadas em cenas melodramáticas, conforme o gosto de cada um. O que interessa é que somos simultaneamente autores e personagens do nosso guião, e de facto, poucas vezes temos a possibilidade de escolher o papel e controlar o desenrolar do enredo das nossas vidas.
Por outro lado, funciona como uma droga, hoje em dia todos passamos horas e horas em frente ao computador e se não houver da parte do blogger um feedback que lhe dê o equilíbrio necessário para contrabalançar esse arrastamento, ele deixa de viver a sua vida real e refugia-se no mundo virtual, estabelecendo laços cada vez mais fortes com “sombras”, desligando-se do mundo que o rodeia e passando a depender e a interagir apenas com nicks, silhuetas sem contornos e sem caras, ficções que passam a ocupar todo o seu tempo e a preencher todo o seu espírito.
Agora estou a referir-me concretamente ao grande problema da solidão, do trabalho que nos tolhe os movimentos e as relações, da rotina que nos acorrenta a uma vida de escravatura sem carta de alforria, do tempo que passa a correr sem nos dar tempo para ter tempo. Tempo para relaxar, sair, conviver com pessoas de carne e osso, namoriscar, tentar a sorte, fazer amigos, fazer combinações, marcar encontros, pertencer a um grupo, fazer parte de um todo, não se isolar do mundo.
Essa é última fronteira: a solidão leva-nos a passar do blog para o mail e daí para o msn  e sms, e a transformar a fantasia na realidade com sempre sonhámos. A ansiedade fragiliza-nos e torna-nos presas fáceis, por vezes manipulados por predadores sem escrúpulos e  não nos apercebemos que aquele personagem pode ser só fruto da nossa imaginação e que o príncipe encantado a qualquer momento vai coaxar e voltar a ser sapo.
No fundo, continuamos a criar a nossa própria história e desenhámos esta nova personalidade, que arrancámos à ficção com todos os requintes e características que desejaríamos encontrar. Puro engano, pode ter nome, voz e umas ligeiras semelhanças, mas foi inventada por nós ao longo de dias, noites, meses e anos de tenebroso desespero, carência dilacerante, na urgência de quebrar o silêncio e a angústia do isolamento.
Este é o lado negro do mundo virtual, a armadilha permanente para os que facilmente perdem o pé e mergulham de cabeça para dentro do écran, abandonando-se a ondas selvagens e a marés desconhecidas, sem saber se alguma vez voltarão a dar à costa."


http://trazoutroamigotambem.blogs.sapo.pt

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Saber Viver


Não sei... Se a vida é curta
Ou longa demais pra nós,
Mas sei que nada do que vivemos
Tem sentido, se não tocamos o coração das pessoas.

Muitas vezes basta ser:
Colo que acolhe,
Braço que envolve,
Palavra que conforta,
Silêncio que respeita,
Alegria que contagia,
Lágrima que corre,
Olhar que acaricia,
Desejo que sacia,
Amor que promove.

E isso não é coisa de outro mundo,
É o que dá sentido à vida.
É o que faz com que ela
Não seja nem curta,
Nem longa demais,
Mas que seja intensa,
Verdadeira, pura... Enquanto durar.
Cora Coralina

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Pensamento da semana.

"Se você não quer ser esquecido quando morrer, escreva coisas que valham a pena serem lidas ou faça coisas que valham a pena escrever a respeito."
Benjamin Franklin

depressa demais...

" -Vivemos mais tempo fisicamente do que no passado, mas a percepção do tempo é muito mais rápida.
Os meses correm, os anos voam. Muitos estão no ápice da juventude psíquica, mas olham para si e descobrem que têm setenta ou oitenta anos. Actualmente oitenta anos são percebidos como vinte.
 ..................................................................
A vida extingue-se rapidamente no parêntese do tempo.Vivê-la lenta e deslumbradamente é o grande desafio dos mortais."

Este breve texto consta do livro que estou a ler " O Vendedor de Sonhos"de Augusto Cury e realmente ele faz-me questionar a vida.
Vivemos a correr, temos "montanhas" de informação que não podemos aprofundar... pois não temos tempo, estamos rodeados de máquinas que nos fazem quase tudo e mesmo assim não sobra tempo, não falamos nem convivemos com a família e os amigos como devíamos porque há tantas coisas por fazer...
Andamos a correr atrás de quê e para quê?
Onde nos levará esta correria...

Ontem que tive um dia daqueles para esquecer, reflecti sobre vida, ultimamente tenho passado algum tempo aqui, dá-me prazer sem dúvida...mas será que vale a pena ? Será que não estou só a iludir-me com alguma pretensão de ser lida, escutada...sinceramente não sei...só sei que o tempo está a passar depressa demais...e eu não estou a viver "deslumbradamente".
Fê.