quinta-feira, 2 de setembro de 2021

"O Sol quando nasce não é para todos ! "

foto minha - 02/09/2021


Aproveitei a manhã solarenga, pois ultimamente os dias não têm estado convidativos, e fui até à praia. Parecia ser uma manhã rotineira, não fosse ter presenciado algo que me comoveu até às lágrimas, e que ainda agora enquanto escrevo, teimam em cair.

Todos conhecem os vendedores de praia, que disputam a nossa atenção, vendendo desde bijutarias até às célebres bolas de Berlim.

Sempre me fez muita aflição ver aquele trabalho extenuante.  Mas ver, um senhor já de certa idade, com o suor escorrendo pelo rosto, coxeando, devido a uma deficiência , com uma geleira enorme numa mão e na cabeça um tabuleiro de bolos, foi demais !

- Meu Deus, qual será a sua história de vida, para ainda ter que trabalhar naquelas condições ?

- Que justiça há neste mundo, onde uns esbanjam milhões em banalidades, e outros têm que sobreviver miseravelmente ?

Podem achar que nada tem a ver, mas lembrei-me do lindo poema de Augusto Gil , embora nenhum "pecador" deva sofrer tais "tormentos ".

"...

E uma infinita tristeza,
uma funda turbação
entra em mim, fica em mim presa.
Cai neve na natureza,
- e cai no meu coração. "

 


*


50 comentários:

  1. Também a mim essas situações me incomodam, e aparecem cada vez mais, e não só nas praias. Tal como diz, como é possível tanta desigualdade, tanto sofrimento.

    Boa noite

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    1. Não sei se é resultado destes tempos, mas ultimamente só observo cenas que me comovem, ou que me revoltam.
      Será que o meu olhar está a ficar desfocado ?

      Boa tarde noname e obrigada.

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  2. Também já assisti na praia de Carcavelos a uma situação análoga. Uma velhinha a vender bolas de Berlim entre outros bolos. A senhora andava metro a metro e tinha que parar. Mas sabe uma coisa?: Vendia rapidamente todos os bolos e logo logo voltava com mais. E eu pensei: Será estratégia ser uma velhinha para que, com pena dela, comprem mais bolos? Deixou-me pensativo.
    .
    Cumprimentos poéticos.
    .
    Pensamentos e Devaneios Poéticos
    .

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    1. Ricardo,
      Seja qual for a estratégia, andar naquela idade a precisar de trabalhar naquelas condições, é revoltante.

      Cumprimentos retribuídos.

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  3. Boa noite de setembro, querida amiga Fê!
    Sei bem como se sente...
    Por aqui, enquanto caminho, vejo pessoas poucas, assim agora pela pandemia. Em outra ocasião, é fato para minar a alegria do passeio, certamente, são em maior número.
    Há um mês, vi uma senhora mancando com joelho enfaixado, com um carrinho de feira recheado de panos de prato. Não costumo caminhar com dinheiro, mas o banco estava bem próximo e com a digital pude sacar e comprar uns dez para presentear às noras que gostaram muito.
    Creio que, se a pessoa está trabalhando, merece ser ajudada. Já estou para voltar nela para comprar uns para a filha e para a moça que me ajuda aqui.
    Ainda uma outra vez, também cedo, uma senhora estava sentada com a mão nos olhos, cabisbaixa... Passei e tive que voltar, dando a devida distância. Perguntei se precisava de algo, encaminhei-a para a igreja a receber uma cesta, era uma idosa desfavorecida.
    Há sim, querida Fê, situações comovedoras. Se podemos fazer algo, nosso 💙 fica em paz.
    Caro contrário, o que também me ocorre, por termos ambas sensibilidade aguçada e normal, só nos resta chorar, as lágrimas fluem sem esforço algum.
    São mistérios que não deciframos.
    Por isso não reclamo de nada material, há pessoas que nada têm. É dura a vida delas e só podemos desabafar escrevendo ante nossa impossibilidade social.
    O mundo é muito injusto e ainda tem quem diga que cada um tem o que merece... Que disparate!
    Há muita gente que sofre, mesmo sendo muito boas.
    Que a tristeza seja consolada, minha amiga!
    Amanhã será um novo dia e, infelizmente, não podemos resolver todos os injustiçados do mundo em diversos níveis.
    Também me emociono muito, mesmo que não nos entendam, agradeçamos por termos coração compadecido e humano.
    Tenha passeios ensolarados sem comoção pela imensa dor alheia, se possível!
    Seja você e os injustiçados abencoados!
    Beijinhos com carinho de gratidão

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    1. Boa noite querida amiga Rosélia,
      Também tento ajudar da melhor forma que posso, mas quem deve ter essa obrigação, é o governo. Pagamos impostos suficientes para isso.
      Comove-me ver pessoas idosas trabalhando, muitas com deficiências, como era o caso daquele senhor.
      Todo o país que tem gente passando necessidade e até fome, não é um país bem governado.
      Querida amiga tem razão, o mundo é muito injusto.
      Quando vejo notícias sobre ordenados milionários, a jogadores de futebol por exemplo, que são idolatrados, e que depois o esbanjam em bens materiais, fico revoltada.
      Há dinheiro suficiente no mundo, para todos terem uma vida digna, mas a vaidade, o poder e a ambição do homem é tramada.
      Mas infelizmente só podemos desabafar, fazer a nossa parte no que for possível, e rezar por todos os desvalidos.

      Beijinho grato minha amiga, pelo seu constante carinho e atenção.
      Noite serena, feliz final de semana !

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  4. Fê, essas cenas nos comovem e espantam. Tantos questionamento nos chegam à mente, pois parece não compreendemos tantas diferenças sociais nesse mundo ... Uma pena! Linda tua foto! beijos, tudo de bom,chica

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    1. Chica,
      cenas que infelizmente são cada vez mais frequentes, isso é muito preocupante, e não conseguimos compreender.

      Beijinho grato, e bom final de semana.

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    1. Sem dúvida!
      Aproxima-se a data onde podemos fazer essa mudança.

      Outro abraço.

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  6. Concordo... "o sol quando nasce não é para todos"!!! 😟... Bj

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  7. Fê minha querida, te entendo perfeitamente! A desigualdade, é espantosa mesmo! Vemos cachorrinhos de estimação, com vida infinitamente melhor do que muitos por aí.
    Até quando??? Triste realidade, mas tenho que admitir... realmente o Sol não parece ser para todos mesmo. Por aqui vemos de tudo também, desde crianças a idosos, vendendo de tudo, pra sobreviver. Imagina só a situação deles, com a pandemia e as praias fechadas, é triste demais.
    Beijinhos querida,
    Valéria

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    1. Querida Valéria,
      esta pandemia veio expor ainda mais, as grandes desigualdades sociais, que alastram em todo o lado.
      A tudo têm que sujeitar para sobreviver, e alguns acabam desistindo infelizmente, vivendo como marginais.
      Até quando??? Interrogo-me também !

      Beijinho também para si minha amiga, como o desejo que tenha um feliz final de semana.

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  8. Muito triste mesmo. Se por aí tem pessoas que precisam
    fazer isso pra sobreviver, imagine aqui...
    Com o desgoverno que temos a situação está muito ruim...
    Muitos já não conseguem fazer uma boa feira no supermercado.
    E se nós podemos ajudar é o que devemos fazer.

    Ane🌼

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    1. É muito triste, olharmos e vermos tanta gente com necessidades básicas, sem dinheiro até para comer.
      Ajudamos como podemos, mas infelizmente não resolvemos esta situação.

      Um beijinho Ane, Obrigada.
      Bom fim de semana !

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  9. Olá, amiga FÊ!
    Infelizmente, assim é para muitos e muitos portugueses, que têm que fazer das tripas coração, para conseguirem sobreviver.

    E por incrível que possa parecer, muitas pessoas como esse homem que refere na sua crónica, vivem no limiar da pobreza, apesar de estarem reformados, porque a pensão que recebem é miserável.

    Não deviam acontecer estas situações, mas infelizmente, é uma realidade um pouco por todo o lado.
    É o país que temos, amiga FÊ...

    Votos de uma boa noite, e continuação de ótima semana.
    Beijinhos, de carinho e amizade.

    Mário Margaride

    http://poesiaaquiesta.blogspot.com

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    1. Boa tarde de sábado, amigo Mário.

      Com essas reformas miseráveis, quantos reformados ainda ajudam filhos e netos. Todos sabemos os preços a que estão os bens essenciais, logo têm que se sujeitar a estes "trabalhos" para sobreviverem.
      Revolta-me depois, ver quem esbanje dinheiro, com futilidades.
      Sim, meu amigo infelizmente é o país que temos.

      Continuação de excelente sábado.
      Beijinho com amizade.

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  10. Comove-me a tua sensibilidade...
    já alguém disse por aí que "a mudança está na nossa mão"
    Uns, poucos, tem consciência disso. Outros, muitos, não

    Beijinho

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    1. Cada vez estou mais sensível, ou será que cada vez há mais casos que me sensibilizam ?
      Seria tão bom que isso acontece, mas assistimos sempre à repetição dos mesmos erros.

      Beijinho grato.

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  11. Boa noite, Fê!
    Não é preciso ir muito longe basta sair de casa, caminhar um pouco e logo ali encontraremos motivos para nos amargurar. É triste ver gente como a gente passando dificuldades, sofrendo, sem nenhuma perspectiva na vida. Dá uma tristeza, uma agonia e uma sincera sensação de impotência. A não ser a caridade, -cuja natureza é sempre esporádica -, o que podemos fazer objetivamente, concretamente para mitigar o sofrimento de nossos semelhantes? A vida deveria ser boa para todos, não é? Do ponto de vista espiritual, estamos vivendo num planeta de expiações, mas do ponto de vista humano, NÃO conseguimos tolerar essa disparidade na vida das pessoas, uns com tanto e outros sem nada.

    E essa poesia do Augusto Gil? Menina! essa "Balada da Neve" é de chorar! E para completar, ele fecha com um fecho de ouro: Cai neve na Natureza // - e cai no meu coração.
    Parabéns pelo post. Adorei. Bjs

    Blog da Marli

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    1. Boa tarde, Marli.
      Se antes da pandemia, já haviam casos difíceis de sobrevivência, agora, todas estas pessoas ficaram ainda mais vulneráveis.
      A caridade como sabemos só resolve no imediato, o que realmente precisam está longe da nossa capacidade. Trabalho, protecção social e apoio dos governos.
      Tem razão, até compreendemos a situação numa visão espiritual, mas, como bem frisou, do ponto de vista humano, é muito injusto.

      Quando presenciei aquela cena, vendo as pegadas do pobre homem na areia, lembrei-me imediatamente deste poema.

      Obrigada pelo seu comentário.

      Beijinho.

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  12. Uma injustiça na verdade! É mais fácil desviar os olhos do que pensar numa forma de resolver...
    E nada é igual - nem o Sol nem a Lua...
    Relevante o tema.
    Beijos e abraços
    Marta

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    1. Marta,
      Não segui o caminho fácil, pois não consegui desviar o meu olhar.
      Agora resolver, só através do nosso voto.

      Obrigada e um beijinho.

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  13. Bom dia
    Quando me deparo com estas situações , lembro sempre de uma quadra do poeta Aleixo .

    O pão que sobra á riqueza
    distribuído pela razão
    matava a fome á pobreza
    e ainda sobrava pão.

    O sol nasce para todos , mas assim como uns vivem 100 anos outros outros apenas vivem 100 dias e outros até menos. Também será assim a LUZ SOLAR.

    JR

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    1. Boa tarde, JR
      E o poeta responde:

      "Esta mascarada enorme
      com que o mundo nos aldraba,
      dura enquanto o povo dorme,
      quando ele acordar, acaba."

      Um beijinho

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  14. Excelente postagem, Fê!
    O título e texto me remete a reforma da previdência feita no governo golpista Temer, ouvia-se muito que a expectativa de vida havia aumentado e por isso poderíamos todos trabalhar por mais tempo, perfeitamente...Como se todos fossem iguais, fisicamente, economicamente...vidas iguaizinhas e perfeitas. E não bastando isso, como se houvesse oportunidades de empregos dignos para todos quando não há nem para os jovens e saudáveis.
    Um país sem o mínimo de dignidade não é bom para ninguém, só para pouquíssimos grupos.
    Meus aplausos, adorei, abraço!

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    1. Dalva, fico feliz por ter apreciado.
      Também nunca percebi, o aumento da idade ativa, quando há tantos jovens desempregados.
      Esse aumento só é bom para os privilegiados, agora para quem trabalha com desgaste e esforço diário, enfim...
      São esses grupos que infelizmente dominam o mundo!

      Beijinho e obrigada.

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  15. É isso aí Fê a realidade das ruas é totalmente cruel e na maioria dos casos, nos sentimos impotentes_ não há muito a fazer. Sem comparar, estamos todos , de certa forma , sobrevivendo e pagando impostos altos para o Governo roubar-nos .O descaso é total. Esse é o nosso mundo ,Fê.
    Não resignarmos e tentar fazer nossa pequena parte ao nosso redor. E, rezar amiga _ como sempre diz a minha filha quando a coisa fica feia) rs
    meu abraço e saindo um pouco de cena para distrair sentimentos e prosseguir mais forte.

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    1. Concordo consigo, Lis,
      os nossos impostos são mal geridos e pior distribuídos.
      Um país que deixa estes casos acontecerem , não é um país bem governado.
      Nunca me resignarei, e tento fazer sempre o que a consciência me dita. Ajudando no que posso, denunciando e também rezando, e muito.

      Claro que não podemos estar sempre neste registo, senão entramos em depressão e aí não ajudamos ninguém.

      Um beijinho, e obrigada pela força.

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  16. Curioso, em Portimão eram vendedores aos montes. Porém, observei um velhinho com duas caixas de esferovite a vender bolas. Notava-se que tinha pouca experiência porque pouco pregoava. Pensei de imediato, mas este Sr já tem idade de reforma. Pois, mas resta saber se a tem. É muito triste mesmo. Obrigada pelo seu testemunho tão interessante!
    .
    Um medo que assombra a alma
    .
    Beijos, e um excelente fim de semana.

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    1. Infelizmente, Cidália, são estes os "empregos" disponíveis.
      Claro que os mais vulneráveis a tudo se sujeitam.

      Beijinho grato, e continuação de bom fim de semana também para si.

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  17. passando para desejar um feliz fim de semana bjs saude

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  18. Sei o que sentes Fê. Já aconteceram comigo situações semelhantes.
    Sente-se, não apenas uma profunda mágoa, mas principalmente uma grande revolta interior!
    Que sociedade é esta? Onde chegamos? Que nos espera?
    Estas perguntas martelam sem parar a nossa consciência à espera de uma resposta que não temos!
    Augusto Gil, disse:

    "Batem leve, levemente,
    como quem chama por mim"...

    (mas o bater é pesado
    a parece não ter fim!)

    Um bom fim de semana!
    Abraço!

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    1. Estamos de acordo, Albino.
      Depois de passar a comoção fica a revolta, por ver cada vez mais desigualdades sociais.
      Infelizmente, também partilho das mesmas questões.
      Se um poema do sec. XIX ainda é actual, algo está muito mal meu amigo.

      Um abraço!

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  19. Bom dia, amiga FÊ!
    Passando por aqui, para desejar um feliz fim de semana, com muita saúde.
    Beijinhos, de carinho e amizade.

    Mário Margaride

    http://poesiaaquiesta.blogspot.com

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    1. Boa tarde, amigo Mário.
      Também espero e desejo, que o meu amigo esteja a passar um feliz fim de semana.

      Beijinho grato com carinho e amizade.

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  20. Querida Fê Blue, observadora da vida!! Sua humanidade me comove pois esse é mais um de uma série em que aborda a questão humana, da vida real sob o teu luminoso olhar. Bem aventurada seja amiga por se deter nesse lado humano, em vez das banalidades.

    Beijo carinhoso

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  21. Respostas
    1. Obrigada pelo seu carinho, querida Maria Lucia.
      Escrevo o que sinto, e ultimamente sinto tristeza e revolta, por ver tanta desumanidade.
      Será que esta enorme provação, porque todo o mundo está a passar, não faz com que haja, uma maior reflexão e solidariedade ?

      Grande e grato beijinho.

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  22. A desigualde extrema nos fere e ficamos perplexa com a postura política, dos que nos representam, em não se deter no bem-estar coletivo. Bjs

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  23. Comovem-me sempre ver estas situações.
    Não é justo que no século XXI ainda assistamos a estas duras realidades.
    Uns com tanto e outros com tão pouco!
    Injustiças sociais sem fim à vista.

    Beijinhos querida Fê

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    1. Quando leio, por exemplo, notícias destas :

      https://www.abola.pt/nnh/2021-09-05/camisola-7-rende-38-milhoes-em-12-horas/903800

      fico revoltada e confirmo o que escreveste, querida Manu,
      "Uns com tanto e outros com tão pouco!"

      UM beijinho e feliz semana !

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  24. Sendo verdade, tal situação, é mesmo de lamentar, que seja tão dura a luta da sobrevivência para alguns...
    Digo a ser verdade, pois às vezes, nem tudo o que nos parece efectivamente o é... pois há muitos anos atrás, quando eu morava na margem sul, corria pelas praias da Costa da Caparica, um velhote, bastante conhecido... que vendia umas bolas de berlim, que sempre me ficaram na memória... no entanto... ele era riquíssimo, como só bem mais tarde viemos a descobrir, eu e o meu avô, que seria praticamente da idade dele e que conversava bastante com ele, numa entrevista a um canal de televisão... tendo apartamentos e terrenos na Costa, que nem nunca nos passaria pela cabeça... e tal actividade, era o que não o fazia sentir-se um "reformado" na verdadeira acepção do termo... que às vezes dói aos mais velhos...
    Tenho pena de já não me conseguir lembrar, do nome pelo qual era super conhecido na praia, e pelo qual o chamavam...
    Beijinhos, Fê! Feliz semana!
    Ana

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    1. Pois é querida Ana,
      infelizmente há de tudo, mas isso não nos retira a sensibilidade com que presenciamos estas situações.
      Agora se o senhor em questão, estava a fingir, lamento por ele, pois continua a ser triste na mesma.


      Beijinho grato, continuação de feliz e sereno fim de semana.

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  25. Comovem-me sempre, e fico angustiada quando me deparo com o que escreveu que é uma realidade.
    Também acho que o sol quando nasce não é para todos, aliás é, mas uns podem usufruir como lazer e outros com uma trabalho árduo. Tanta injustiça que vai por esse mundo.
    Um texto real e comovente.
    Boa semana.
    beijinhos
    :)

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    1. Piedade,
      sempre me fez muita impressão estas situações, e agora, com o avançar da idade, parece que ainda estou mais sensível, ou será porque cada vez há mais casos de injustiça social ?

      Beijinho grato, continuação de feliz fim de semana !

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